Descarregue o Family Tree Builder, o software gratuito para criação de árvores genealógicas. Este software não é apenas totalmente gratuito e isento de publicidade e de software malicioso ('spyware'), como é também um dos melhores programas de software para genealogia que encontrará. É apresentado em originais páginas simples de utilizar, permitindo-lhe observar o crescimento da árvore genealógica visualmente. Funciona em 34 idiomas e permite-lhe criar e imprimir a sua árvore genealógica em vários idiomas. Dê forma à sua árvore com fotografias e documentos, e utilize tecnologia de ponta em reconhecimento facial para anotar as fotografias e descobrir a identidade de pessoas que não reconhece nas fotografias de família antigas. Em poucos cliques, pode publicar a sua árvore genealógica na Internet, no seu próprio sítio da família e partilhá-la com a família e os amigos!
12/05/2010
30/03/2010
Paróquia de Covelo (Gondomar)
A freguesia de S.ªMaria de Covelo era curato da apresentação do vigário de S.João Baptista da Foz do Sousa. Em 1839 aparece na comarca de Penafiel e concelho de Aguiar de Sousa e em 1852 na comarca do Porto e concelho de Gondomar. Pertenceu ao extinto Bispado de Penafiel. Em 1775 tinha 31 fogos, espalhados pelos lugares de Leverinho, Lixa, Serra, Conchadas, Lajes, Midões, Montalto, Cruz, Ribeira, Boialvo, Carvalhal e Redondelo. Viviam os habitantes da lavoura e da extracção de minério. Existiam minas de carvão, antimónio e quartzo aurífero (40 gramas de ouro por tonelada). Gustavo Cudell foi responsável pela mina de Montalto. Existiu caminho de ferro a ligar Midões e a Foz do Sousa. Tem hoje 3500 habitantes e a sua sala de visitas é a marina junto ao Douro.
- Livros Microfilmados: 35 (acessíveis no arquivo e via web)
- Datas extremas: 1594 - 1865
- Fundos relaccionados: Paróquias de Rio Tinto e Foz do Sousa
link directo para ggpesquisa de registos paroquiais
28/02/2010
Paróquia de Medas (Gondomar)
Lugares da freguesia: Medas, Vila Cova, Broalhos, Pombal ou Cavadas, Boavista, Fisga, Carvalhos e Outeiro da Vinha. Em 1757 tinha 101 fogos, e passado 1 século, 160 fogos. Hoje não deve chegar aos 2500 habitantes.
Fundos relacionados: Paróquia de Lever e Paróquia de Rio Tinto
Datas extremas: 1586 a 1911
Livros Paroquiais: 22 livros microfilmados e acessíveis no Arquivo e web no link:
Clicar aqui para pesquisar registos...
Clicar aqui para pesquisar registos...
15/02/2010
Paróquia de Valbom (Gondomar)
S.Veríssimo de Valbom pertenceu ao concelho de Aguiar de Sousa e ao Bispado de Penafiel. Hoje é freguesia e cidade do concelho de Gondomar. Em 1768 tinha 309 fogos, hoje tem 19000 habitantes.
Lugares: Archeira, Arroteia, Barreiros, Camboas, Cova da Má, Culmieira, Fonte Pedrinha, Gramido, Lagoa, Lamas, Monte, Pinheiro de Álem, Pinheiro de Áquem, Ribeira de Abade, Rossamonde, São Roque, Valbom de baixo, Vila Verde e Vinha.
Entidades ou fundos relacionados: Mitra e Cabido da Sé do Porto
Livros paroquiais microfilmados: 173
08/02/2010
Começar a árvore genealógica
Como começar a nossa árvore de ascendentes? Que documentos devemos possuir na primeira fase? Com este post espero dar as informações básicas para o bom começo da investigação. Antes de mais, é boa prática organizar o trabalho, deve fazer-se o levantamento rápido dos parentes mais próximos, preenchendo numa folha, nomes e datas prováveis de nascimento dos avós. Deve guardar-se cópia dos documentos (nascimentos e casamentos). O primeiro documento deverá ser a nossa certidão de nascimento, em seguida a certidão de casamento dos pais. Com estes documentos teremos os nomes e locais de nascimento dos avós. O passo seguinte é levantar as certidões de nascimento dos pais. Todos estes documentos deverão estar ainda nas Conservatórias do Registo Civil dos locais de nascimento ou casamento. Registos com mais de 100/115 anos já devem estar no Arquivo Distrital. Resumindo, Numa linha cronológica a sequência deverá ser assim:
- Meu nascimento
- Casam. dos meus pais (constam os avós, bisavós e locais)
- Nasc. dos meus pais
- Casam. dos avós pat. (constam os bisavós, trisavós e locais)
- Casamento dos avós maternos
- Nasc. dos meus avós
- Casamentos dos bisavós paternos
- Casamentos dos bisavós maternos
Quando surgem referências a localidades fora do distrito onde estamos, os ascendentes seguintes temos de procurar noutro distrito (noutro Arquivo Distrital). Para melhor organizarmos as sequências devemos usar um formulário para registo de nome, datas de nasc. e casamento, com 3 gerações por folha. A partir daqui é sempre a procurar a geração anterior; ter em atenção que as raparigas casavam muito novas e os homens se enviuvassem, voltavam a casar. Boas e rápidas descobertas e não desanimem á primeira dificuldade.
06/02/2010
Distrito do Porto
O Porto é um distrito de Portugal, correspondente ao núcleo da província tradicional do Douro Litoral. Limita a norte com o Distrito de Braga, a leste com o Distrito de Vila Real, a sul com o Distrito de Viseu e com o Distrito de Aveiro e a oeste com o Oceano Atlântico. Área: 2395 km². População residente (2006): 1 867 986. Sede de distrito: Porto (capital europeia da cultura e património mundial).
O distrito do Porto subdivide-se nos seguintes 18 municípios:
O distrito do Porto subdivide-se nos seguintes 18 municípios:
- Amarante Baião
- Felgueiras Gondomar
- Lousada Maia
- Marco de Canaveses Matosinhos
- Paços de Ferreira Paredes
- Penafiel Porto
- Póvoa de Varzim Santo Tirso
- Trofa Valongo
- Vila do Conde Vila Nova de Gaia
No Arquivo Distrital do Porto encontram-se ordenados, catalogados e conservados documentos da Administração Central, Local, Judiciais, Eclesiásticos, Paroquiais e pessoais. São os documentos paroquiais ou livros paroquiais os mais importantes para se iniciar a pesquisa genealógica.
05/02/2010
Como tudo começou.
Os registos tal como os conhecemos, com fotos, formulários, impressões digitais e cartões digitais, são muito recentes. Na verdade, só depois da implantação da República corria o ano 1911 é que se criaram as Conservatórias do Registo Civil. Desde essa altura, todos os nascimentos, casamentos e óbitos são registados em livros separados e timbrados com formulário pré-impresso. Muito recentemente passou o registo a fazer-se em folhas soltas e tratado informaticamente. E antes de 1910? Durante a monarquia os actos de registo (Nasc.Casam.Obito) eram efectuados pela Igreja. Na prática cabia aos padres das comunidades locais (freguesias) registar e guardar os livros paroquiais. Esta prática foi implementada pelo Concílio de Trento em 1563 que passou a obrigar os padres católicos aos registos escritos em livros próprios. Em Portugal existem alguns livros mais antigos. No entanto, os nobres e famílias importantes ligadas á nobreza faziam os seus próprios registos, havendo documentos tão antigos como a nacionalidade. É com o recurso aos livros paroquiais, disponíveis para consulta nos Arquivos Distritais que se constroi a árvore genealógica e se justificam as ascendências. Estes livros, consoante o arquivo, podem ser consultados em microfilme ou na forma original.
Subscrever:
Mensagens (Atom)






